quarta-feira, 7 de março de 2012

MESSI-NEYMAR QUARTA SENSACIONAL!

Neymar deve se concentrar assistindo o Barça e a genialidade de Messi.

À tarde pudemos, daqui, do Brasil, se deliciar com os lances de Messi.

O cracasso argentino marcou 5 dos 7 gols da vitória do Barcelona sobre o Bayer Leverkusen.

À noite vem Neymar. É o ápice para aqueles que amam o futebol.

O Menino da Vila arrebenta com o jogo, faz os 3 gols e garante a vitória santista.

A única explicação é que Neymar fica assitindo Messi e prometendo para si mesmo repetir o máximo possível o que viu do Argentino Fantástico!

Messi, à tarde:



Neymar à noite:

JORNAL MARCA DA ESPANHA TAMBÉM LEMBRA ANACRONIA DE VALCKE

Jérome Valcke é citado como um dirigente medieval em pleno século XXI!
O portal Terra destaca hoje o comentário feito no blog do jornalista Fernando Llamas no "Marca" - princiapal diário esportivo espanhol.




Tal como ontem nos referimos - JÉROME VALCKE DESRESPEITO ANACRÔNICO -, o jornalista espanhol também afirmou que Jeróme Valcke comete anacronismos profundos.




Ou seja, não percebe o quanto atitudes desrespeitosas como as que comenteu são próprias de um outro momento da História.




Sugerir chutar o traseiro de um país considerado de terceira são do tempo em que senhores sujeitavam servos ao seu bel prazer. Ou em que a França de Valcke e outros países europeus eram impérios com colônias em outros continentes.

Algo muito próprio nas Idades Média e Moderna e que deu bases para pensamentos racistas e preconceituosos que percorreram todo o século XX.




Porém, hoje, num outro momento, o da globalização, o da pulverização da ordem política e econômica mundial, isso não cabe mais.

Ainda mais com relação a um Brasil que a cada dia - aos trancos e barrancos, é bem verdade - se impõe no cenário geopolítico mundial.




Por isso, o jornalista espanhol Fernando Llamas também foi taxativo:

"o secretário se excedeu com uma linguagem ofensiva. (...) honra e orgulho feridos da presidente Dilma Rousseff e de todo o governo brasileiro" (...).

Por consequência o espanhol do Marca afirma:

"Esta crise deveria custar o futuro de Valcke, mas não vai ser assim. (...) o secretário-geral reconduzirá seu destino como sucessor de Blatter, haverá Mundial no Brasil e tudo isso não ficará mais do que como um outro exemplo dos excessos de alguns dirigentes esportivos que, embriagados de poder, creem-se com o 'direito da primeira noite' ('ou direito das primícias') em pleno século XXI".

Em outras palavras, para Llamas, o secretário-geral da FIFA se comporta como um senhor feudal.

muitomaispaulista.blogspot.com
Um homem que, nos dias de hoje, ainda acredita que possue todos os direitos sobre o "outro", que entende como meros servos aqueles que lhe devem até o direito de lhe entregar a virgindade de suas próprias mulheres, ou seja, aqueles que lhe devem submissão total!




Esse é o exemplo de Jérome Valcke: francês e homem forte da FIFA.



terça-feira, 6 de março de 2012

JÉROME VALCKE DESRESPEITO ANACRÔNICO

Geopolítica e História faltaram para o número dois da FIFA.

Que o Brasil nunca foi tratado com respeito, não é novidade nenhuma.

Quando o assunto era administração - pública ou não -, comportamento, capacidade técnica e produtiva, o brasileiro sempre era cunhado com os termos mais depreciativos possíveis.

Cunhagem tanto dos estrangeiros, sobretudo, europeus como, por pior que pareça, por parte de muitos do próprios compatriotas.

De tal contexto, deve sair as explicações para o descaso no uso das palavras, por parte de Jérome Valcke, quando se refere aos brasileiros nas realizações para a Copa 2014.

Não que nossos representantes mereçam elogios. Muito, mas muito mesmo, longe disso.

Porém, é inadmissível os termos jocosos utilizados pelo secretário geral da FIFA.

Valcke é francês. Talvez falte-lhe perceber algumas mudanças na geopolítica mundial.

É preciso que ele entenda que tratar o Brasil, assim como as demais ex-colônias, como historicamente os europeus trataram, hoje, não é mais possível.

Através desse senhor, pode-se ter um modelo exemplar de uma sociedade em crise, que se mostra caquética.

Valcke deveria, ao menos, se perguntar:

Caso o Brasil desistisse da Copa, quem iria sediá-la?

Algum país da Europa?